quarta-feira, 12 de junho de 2013

História / Colégio Luiz Viana Filho

 Egito
 1 Leia atentamente:
                       “O embalsamamento de  um rico"
 ‘Primeiro, com a ajuda de um ferro curvo, extraem o cérebro pelas narinas (...) Em seguida, com uma pedra (...) cortante, fazem uma incisão no flanco e retiram os intestinos, que limpam e purificam com vinho de palmeira e purificam uma segunda vez com arômatas moídos. Depois enchem o ventre de mirra pura triturada, de canela e de todos os outros arômatas, com exceção do incenso, e cosem.
 Feito isso, salgam o corpo, cobrindo-o de natrão (carbonato de sódio natural) durante setenta dias. (...) Lavam o corpo, enrolam-no todo em faixas de linho fino, com uma camada de borracha (como cola).
(...) Metem o morto num estojo de madeira em forma de figura humana (...) que guardam no interior de uma câmara funerária (...). 
O embalsamamento do pobre
– Desinfetam os intestinos (...) metem-no no sal durante setenta dias; entregam o corpo. a família para o funeral ”’
                                                                                               HERÓDOTO,

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Agora responda:
a) Qual o nome do estojo de madeira citado no texto?
b) Por qual motivo os egípcios mumificavam os mortos?
c) Cite duas outras práticas relacionados à mumificação praticadas pelos egípcios.

  2 Leia atentamente:
“As águas do Nilo, o bem mais precioso do Egito, causam tensão com Sudão e Etiópia,
cujos territórios são atravessados pelo rio. Diante de planos de construção de represas nesses países, o Egito advertiu, em 1991, que ‘estava pronto a recorrer à força’ para garantir seu pleno uso do rio.”
                                              Almanaque Abril – Mundo 2005, São Paulo: Abril, 2005, ano 31.
Agora responda:
a) Faça uma pesquisa sobre a situação apresentada acima.
b) Por qual motivo o Egito é conhecido como uma dádiva do Nilo? Explique.
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  3- (PUC-SP) Sobre a civilização egípcia, é correto afirmar:
I – Tínis e Mênfis foram capitais do Antigo Império, caracterizado no geral pela paz, teocracia
nas primeiras dinastias e construção das grandes pirâmides de Gizé, das quais a de Quéops é o maior destaque

II – A civilização egípcia pôde desenvolver-se no nordeste africano graças ao Rio Nilo, que proporciona inundações anuais. A dependência da vida no Egito para com o grande rio foi resumida por Heródoto: “Pai da História”, na frase: “O Egito é um dom do Nilo” ou “o Egito é uma dádiva do Nilo”.
III – A religião foi o elemento cultural que mais atuou na vida do Novo Império, quando ocorreu a revolução ou reforma de Amenófis IV. Esse faraó estabeleceu o culto monoteísta de Aton, simbolizado pelo disco solar.
IV – Tendo longa duração, cerca de 40 séculos, a civilização egípcia somente desapareceu com a queda de Constantinopla, em 1453.
a) Estão corretas apenas as opções I e II.
b) Estão corretas apenas as opções II e III.
c) Estão corretas apenas as opções I, II e III.
d) Estão corretas apenas as opções I, III e IV.
e) Todas as opções estão corretas
Todos os direitos reservado a Editora Moderna - Sugestão de Atividade
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domingo, 9 de junho de 2013

Turmas de Humanas / Filosofia



Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho Data____/____/____
Disciplina_______________Professora  Adaildes

Aluno(a)___________________________________________

Atividade Avaliativa
A Reflexão Filosófica                   
O que é a Filosofia? Ao ouvirmos a palavra “filosofia” imaginamos, muitas vezes, estar diante de um conjunto de teorias sem sentido, sem relação com o cotidiano. Alguns dirão: “A filosofia é coisa de louco” ou “é coisa de gente que não tem mais nada o que fazer”.
Estaria mesmo a filosofia distante do cotidiano? Seriam os filósofos seres lunáticos preocupados com coisas absurdas? O que teríamos a ver com a filosofia ?
Começaremos a examinar o cotidiano como nos propõe Marilena Chauí, em seu livro “Convite à Filosofia”:
Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, aceitamo recusamos coisas, pessoas ou situações. Fazemos perguntas como” que horas são ou que dia é hoje?
Esta pergunta sustenta uma crença: a crença que o tempo existe e pode ser medido.Assim como afirmações do tipo “A professora foi injusta” traz em si a crença em nossa idéia de justiça. No entanto, nunca paramos para indagar o que entendemos por “tempo” ou “justiça”. Acostumados com o cotidiano, deixamos nossas idéias e crenças sem fundamentação e vamos aceitando o mundo como se ele fosse óbvio em si mesmo.
A Filosofia começa quando nos propomos a investigar o mundo, o homem e seus valores. Assim, afirma Marilena Chauí, a primeira resposta à pergunta “O que é Filosofia?”,
Não importa qual a sua resposta. O que importa é o processo de reflexão que o conduziu a esta pergunta. É provável que você nem chegue a uma resposta e fique na festa com quem aparecer primeiro. Existe também a possibilidade de você se lamentar por um bom tempinho pela sua atitude. O desfecho desses dilemas é variado, mas o processo de reflexão é bastante comum em várias situações.
Mas, cuidado! Não se julgue um Filósofo porque alguma vez na vida, você já fez essas perguntas. A Reflexão Filosófica não é qualquer reflexão, ela tem suas exigências.
Dermeval Saviani aponta três exigências para que possamos caracterizar uma reflexão como filosófica.
A primeira é a radicalidade. Já ouvimos falar em esportes radicais ou atitudes radicais. Os esportes radicais são aqueles praticados por pessoas que gostam de superar os limites e vão além dos outros. Por exemplo, várias pessoas dirigem, algumas bem, outras nem tanto. Algumas correm com seus automóveis, mas o automobilismo busca superar os limites do piloto e do automóvel, desafiando a velocidade. O mesmo poderia ser dito sobre a radicalidade da reflexão filosófica. Voltemos ao exemplo anterior: Ao se perguntar se fica com a garota mais bonita ou com a que é boa companhia, você estende sua reflexão buscando seus fundamentos, buscando superar os limites, buscando as raízes de sua forma de pensar e se pergunta: O que é, afinal das contas, beleza? O que é uma boa companhia? O que é bom ou mal?
A segunda exigência de uma reflexão filosófica é a sistematização. Se nos perguntarmos o que é sistema, veremos que se trata de um conjunto de dados coerentemente organizados e relacionados de tal forma, que tudo parece estar ligado a tudo. Isto pode ser mais facilmente compreendido se pensarmos, por exemplo, na computação. O mesmo se pode afirmar sobre a reflexão filosófica, é preciso que as idéias tenham relações umas com as outras, que não sejam contraditórias ou incoerentes, que se mostrem bem fundamentadas. Isso significa que “a filosofia trabalha com enunciados precisos e rigorosos, opera com idéias e conceitos obtidos por procedimentos de demonstração e prova, exige fundamentação racional do que é enunciado e pensado. Somente assim a reflexão filosófica pode fazer com que nossa experiência cotidiana, nossas crenças e opiniões alcancem uma visão crítica de si mesma. Não se trata de dizer “eu acho que”, mas de poder afirmar “eu penso que”.
E a terceira exigência da reflexão filosófica é a abrangência. A reflexão filosófica, como dizia Hegel, é como a coruja de Minerva que alça seu vôo ao entardecer. Alçar vôo significa ver de uma forma mais ampla. Olhar aquilo que não foi olhado no todo, mas só nas partes. A Filosofia alça vôo ao entardecer, pois sendo um procedimento de investigação sistemático e crítico, só pode analisar os fatos quando estes já aconteceram. 
Isso significa que o trabalho do Filósofo é sempre atrasado? Não! Essa é a concepção de um Filósofo sobre a Filosofia. A busca da radicalidade, da sistematicidade e da abrangência nos coloca diante de uma multiplicidade de teorias e visões. Teorias que não são apenas opiniões que aparecem em programas de auditório no estilo “você decide”, mas que podem nos auxiliar a pensar na forma de como pensamos.
Nos pergunta, finalmente, Marilena Chauí: A Filosofia é útil ou inútil? Sua resposta é bom início para uma reflexão filosófica:
O primeiro passo para respondermos esta pergunta seria considerarmos o que é útil ou inútil. Se útil for obter fama ou dinheiro, a Filosofia reivindica o direito de ser inútil, mas se útil for descobrir o sentido de nossa existência, de nossos valores, de nossa cultura não há e nem pode haver saber mais útil que a Filosofia.

1)    Que crenças sustentam nossas afirmações, negações ,avaliações e condutas na vida cotidiana ?
2)    Quais as definições de filosofia apresentada no texto?
3)    Quais podemos aceitar e por quê ?
4)    Qual o sentido dos termos útil e inútil no texto ?
5)    Pode-se dizer que a filosofia é útil ?
6)    Tente adotar uma atitude filosófica diante de alguma situação que você vive costumeira  e normalmente.Veja a diferença entre dizer “eu acho” e “eu penso” Descreva essa situação ?
7)    Responda todas as questões formuladas do texto;

Sambaquis

Olá turma, vamos dar continuidade aos nossos estudos com base no tema “Primeiros povos da América”, façam a leitura do texto “o que são...